segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Mensagem muito importante: o voto por correspondência

Alertamos seriamente todos os médicos que desejam votar por correspondência para a seguinte:
1. Dentro de um a dois dias devem estar a receber a correspondência da OM contendo os boletins e o envelope a tal destinado;
2. Hoje e nos próximos dois a três dias devem receber também a correspondência da Candidatura Alternativa. Convém ler antes de votar... E, depois, votar bem: votar Carlos Silva Santos;
3. Alertamos também para o facto de os votos por correspondência deverem dar entrada na OM até ao dia 11 próximo.

Votar: só em Silva Santos! Votar em Miguel Leão? Nunca! Nem em Pedro Nunes!

Chegou ao conhecimento da Candidatura Alternativa que simpatizantes de Miguel Leão andarão a espalhar a ideia de que da nossa parte haveria a recomendação directa ou indirecta de que os colegas médicos votassem naquela candidatura de M. Leão. Desigandamente no Norte e especialmente na Cidade do Porto estaria a acontecer tal situação.
Isso não corresponde em nada à posição da Candidatura Alternativa. Bem pelo contário. Como se sabe, a alternativa na OM pode e deve ser construída. Isso depende apenas dos médicos. Mas tal só pode ser garantido, como é evidente, pela votação na Candidatura Alternativa.
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Ora, perante as citadas propalações, a Candidatura Alternativa esclarece que:
1. Não aconselha o voto em nenhuma das outras candidaturas presentes no terreno;
2. Nenhum dos dois candidatos em presença (Pedro Nunes e Miguel Leão) garante a mudança necessária, até pelo facto simples de ambos estarem envolvidos na presente situação e no estado de degradação a que a OM manifestamente chegou, para desagrado geral dos médicos;
3. Apela ao voto em força na Candidatura Alternativa, exactamente para obter e forçar essa necessária mudança.
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A Candidatura Alternativa

Mais um artigo do Dr. Jaime Teixeira Mendes publicado no «Tempo Medicina»




Ética e Medicina
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por Jaime Teixeira Mendes
Candidato a presidente do CRS da Ordem dos Médicos pela lista C — «Alternativa para a Ordem dos Médicos»

«A Ignorância afirma ou nega rotundamente. A Ciência duvida»
Voltaire

A inabilidade do sr. ministro da Saúde em vir relançar o tema da interrupção voluntária da gravidez, em plena época de campanha eleitoral para todos os órgãos da Ordem dos Médicos, na tentativa de modificar dois artigos do Código Deontológico, constitui uma intromissão indesejável em assuntos que só aos médicos dizem respeito, e veio ainda reacender uma questão que estava enterrada e resolvida por referendo nacional.
(...)

Artigo do Prof. Silva Santos enviado hoje para o «TM»


«(...)

A candidatura Alternativa, que usa como metodologia principal o contacto directo com os colegas, apresenta propostas alternativas à situação actual e apela à participação e à reflexão de cada um, não pretende usar as sondagens como processo de campanha, mas não deixa de estar atenta a este tipo de intervenção, caso seja realizada.
Para nós a melhor e mais fiel sondagem é o resultado eleitoral de dia 12 de Dezembro
É possível uma alternativa, assim os médicos o queiram.»

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Debate em Santarém ontem à noite



O debate no IPJ de Santarém, ontem à noite, foi rico de ideias mas pobre de médicos - embora a qualidade fosse muito elevada a qualidade dos presentes. Miguel Leão faltou. Pedro Nunes e o Candidato da Alternativa, Prof. Carlos da Silva Santos, expuseram na abertura os seus pontos e esclareceram questões colocadas.
Interessa aqui fazer um balanço.
Nenhum dos médicos intervenientes mostrou qualquer apreço por qualquer acção da OM. Pelo contrário: só vieram críticas e algumas bem fortes. Sempre de forma muito cordata e educada, o que é apanágio. Mas a falta de intervenção efectiva da OM foi muito sublinhada. Assim como ficaram a nu outras mazelas da actual equipa (presente no IPJ no essencial):
- Inefectividade da OM
- Recusa da defesa dos médicos por medo de ser «corporativo»
- Falta de trabalho de formação de pensamento científico
- Falta de acção prolongada, substituída por acção pontual
- Ausência de ideias claras, participadas, de uma Política de Saúde.
Conclusões sobre a acção do Dr. Pedro Nunes, ainda Bastonário:
- Vive só na e para a comunicação social
- Estilo meramente responsivo
- Teses em cima do joelho, ao sabor da agenda mediática, como várias vezes referiu o próprio...
O Prof. Silva Santos rematou o debate com uma verdade que fez sorrir todos: «Numa equipa que não ganha, substitui-se o treinador».
E isso é possível.
Assim os médicos o queiram.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Debates e visitas: a agenda do Prof. Silva Santos e do Dr. Jaime Mendes

As eleições são a 12 de Dezembro. Até lá, o Prof. Doutor Carlos da Silva Santos tem um programa de visitas e de debates bem preenchido - e falta saber o que mais aí virá com o desenrolar da campanha e com o interesse crescente da comunicação social. Para já, estão programadas numerosaas visitas de Norte a Sul. Veja aqui, por favor. Depois se verá o que ainda está para ser agendado...

Depoimento do Prof. Carlos Silva Santos sobre a greve convocada pelos sindicatos - enviado ao «TM»




A greve nacional do próximo dia 30

Na perspectiva de candidato a Presidente do Conselho Nacional Executivo da OM encaro as declarações de greve da parte do SIM e da adesão à greve da função pública por parte da FNAM, para o próximo dia 30, como factos relevantes da actividade sindical em defesa dos direitos dos seus associados enquanto funcionários públicos e que merecem a minha total concordância.
A Ordem dos Médicos deve assumir as suas responsabilidades no acompanhamento da acção sindical respeitando integralmente o campo de acção destes mas naturalmente solidarizando-se: com a luta por melhores condições de trabalho que também são de formação; com a defesa dos serviços públicos de qualidade que também são condição do exercício de uma medicina avançada e eticamente responsável; com a defesa do diálogo e da negociação sobre matérias sindicais que também são garantia de participação dos médicos na definição da política, dos planos e projectos em de saúde para os portugueses; com a defesa de salários e pensões dignas que também são condições para um exercício profissional digno e eticamente responsável.
As razões de luta específicas dos sindicatos devem merecer o apoio dos médicos na medida em que, nossa opinião, são extremamente válidas e não se desligam das razões e do capital de queixa que compete à OM defender no campo do SNS, na formação dos jovens médicos e no desenvolvimento de carreiras com progresso científico e técnico.
Só uma mudança significativa da direcção da OM poderá mudar o estado actual das coisas.
A candidatura para a Alternativa está convicta que tal será possível. Assim os médicos o queiram.

Carlos Silva Santos
Candidato Alternativo à Presidência da OM